Quais adoçantes as gestantes podem utilizar?
Os adoçantes que são aprovados pela ADA (American Dietetic Association) como seguros para consumo durante a gravidez, são: acesulfame-K, aspartame, sacarina, sucralose e neotame. A sacarina, sucralose e neotame foram testadas e, mesmo em doses elevadas, não são prejuciais ao feto.
O uso do aspartame na gestação é discutido devido sua a exposição fetal ao ácido aspártico, fenialanina e metanol, podendo prejudicar o crescimento, peso ou causar distúrbios neurológicos no feto.
Sabe-se que os aminoácidos, normalmente, atravessam a placenta para nutrir o feto. Porém, a quantidade que o feto recebe destes aminoácidos não são prejudiciais, mesmo em doses aumentadas, segundo a ADA.
Portanto, o consumo destes adoçantes são seguros, mas vale ressaltar o cuidado com a dosagem diarimente. Nada de exageros.
Bibliografia (s)
Position of the American Dietetic Association: Use of Nutritive and Nonnutritive Sweeteners. J Am Diet Assoc. 2004;104:255-75.
terça-feira, 28 de junho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Creatina - Prós e Contras da Suplementação
A creatina participa diretamente da síntese de adenosina trifosfato, ou ATP (fonte energética do organismo), necessário para o fornecimento de energia para o exercício, razão pela qual é freqüentemente recomendada para pessoas que praticam atividades físicas de alta intensidade. Ao ingerir suplementos de creatina, o atleta não tem suas reservas de ATP diminuídas tão rapidamente e mantém energia especialmente para exercícios de repetição de força, como os da musculação.A eficácia da suplementação do aminoácido creatina continua sendo atualmente alvo de inúmeras discussões, devido ao seu caráter controverso. Enquanto os praticantes de musculação aparentemente se beneficiam da suplementação de creatina, o mesmo não acontece com quem se exercita com atividades aeróbicas. Além disso, avaliação minuciosa das pesquisas científicas realizadas até o presente momento indica que o único efeito colateral reportado por essa suplementação é o ganho de peso, devido, possivelmente, à retenção hídrica ou pelo aumento da síntese de proteínas contráteis do músculo (em última análise, ganho de massa muscular).
Porém, para a obtenção de bons resultados no programa de atividade física, aconselha-se uma detalhada avaliação de critérios fundamentais para a prescrição de tal suplementação, tais como tipo de atividade física a ser praticada, população a ser submetida ao tratamento, dosagem e duração da suplementação.
Bibliografia (s)
Tirapegui J, Mendes RR, Castro IA. Suplementação de creatina e atividade física: conceitos atuais. Nutrição em Pauta. 2002; X(53):49-54.
O Papel da L-carnitina na Atividade Física
A L-carnitina é um aminoácido importante na regulação do metabolismo: entre suas diversas funções, participa da oxidação de ácidos graxos durante o estresse e proporciona o uso mais eficiente dos AGCL (ácidos graxos de cadeia longa). Por causa desse potencial, a L-carnitina é aplicada por praticantes de atividade física no intuito de retardar a instalação da fadiga. Afinal, o exercício físico também pode ser considerado uma situação de estresse.
Algumas pesquisas se propuseram a determinar se a suplementação de L-carnitina resultaria na preservação do glicogênio muscular (fonte de energia) em decorrência do aumento da oxidação lipídica durante o exercício. A suplementação exerceria então uma influência positiva, aumentando a capacidade de tamponamento de piruvato e diminuindo o acúmulo do lactato muscular e reduzindo, então, a fadiga central.
No entanto, em trabalho realizado por Fritz na década de 50, a administração de L-carnitina não modificou o metabolismo energético durante o exercício num estado de depleção de glicogênio, mesmo quando a taxa de oxidação lipídica era duas vezes maior do que a observada no estado normal. Revisões recentes da literatura continuam mostrando que a sua suplementação não parece favorecer a atividade física, embora o potencial teórico exista.
Bibliografia (s)
Brass EP. Supplemental carnitine and exercise. Am J Clin Nutr. 2000;72(2 Suppl):618S-23S.
Crayhon R. Carnitine may benefit athletes. J Am Coll Nutr. 1998;17(6):649-50.
Brass EP, Hiatt WR. The role of carnitine and carnitine supplementation during exercise in man and in individuals with special needs. J Am Coll Nutr. 1998;17(3):207-15.
Algumas pesquisas se propuseram a determinar se a suplementação de L-carnitina resultaria na preservação do glicogênio muscular (fonte de energia) em decorrência do aumento da oxidação lipídica durante o exercício. A suplementação exerceria então uma influência positiva, aumentando a capacidade de tamponamento de piruvato e diminuindo o acúmulo do lactato muscular e reduzindo, então, a fadiga central.
No entanto, em trabalho realizado por Fritz na década de 50, a administração de L-carnitina não modificou o metabolismo energético durante o exercício num estado de depleção de glicogênio, mesmo quando a taxa de oxidação lipídica era duas vezes maior do que a observada no estado normal. Revisões recentes da literatura continuam mostrando que a sua suplementação não parece favorecer a atividade física, embora o potencial teórico exista.
Bibliografia (s)
Brass EP. Supplemental carnitine and exercise. Am J Clin Nutr. 2000;72(2 Suppl):618S-23S.
Crayhon R. Carnitine may benefit athletes. J Am Coll Nutr. 1998;17(6):649-50.
Brass EP, Hiatt WR. The role of carnitine and carnitine supplementation during exercise in man and in individuals with special needs. J Am Coll Nutr. 1998;17(3):207-15.
Suplementação de Proteínas para Praticantes de Atividade Física
A suplementação de proteínas é recomendada nos casos em que o praticante de atividade física não consegue ingerir, pela dieta, a quantidade adequada desse nutriente. Quando a ingestão de proteína é insuficiente torna-se aumentando o risco de balanço nitrogenado negativo, que pode elevar o catabolismo proteico e tornar mais lenta a recuperação pós-treino.Para a Sociedade Internacional de Nutrição Esportiva (ISSN), indivíduos que praticam exercícios físicos devem ter uma ingestão proteica entre 1,4 a 2,0 gramas de proteína / kg de peso corporal/dia.
Segundo a Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBME), os exercícios de força exigem maior consumo de proteínas do que os de resistência. Portanto, quando o objetivo for aumento de massa muscular, a SBME recomenda a ingestão de 1,6 a 1,7 gramas de proteína/kg de peso corporal/dia. No entanto, quando o objetivo for adquirir resistência, a recomendação passa a ser de 1,2 a 1,6 g de proteína/kg de peso corporal/dia.
Indivíduos envolvidos em programas de condicionamento físico podem seguir as recomendações da ISSN e atender a ingestão de 0,8 a 1,0 g de proteínas/kg de peso corporal/dia. Já os idosos praticantes de atividade física, podem se beneficiar do maior consumo de proteínas (1,0 a 1,2 g / kg / dia), a fim de ajudar a prevenir a sarcopenia.
Entretanto, a SBME alerta que o consumo proteico excessivo não resulta no aumento adicional da massa magra, pois há um limite para o acúmulo de proteínas nos diversos tecidos. Pesquisadores sugerem que deve haver um limite de otimização da proteína ingerida e que, exceder este limite não resulta, necessariamente, em maior ganho de força e de massa muscular.
O abuso de suplementos alimentares e drogas é constante em ambientes de prática de exercícios físicos, especialmente em academias de ginástica e associações esportivas. Portanto, é fundamental a orientação de profissionais nutricionistas especializados para que evitar atitudes inadequadas que podem levar aos riscos de saúde.
Bibliografia (s)
Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte. Modificações dietéticas, reposição hídrica, suplementos alimentares e drogas: comprovação de ação ergogênica e potenciais riscos para a saúde. Rev Bras Med Esporte – Vol. 15, No 2 – Mar/Abr, 2009.
Kreider RB, Wilborn CD, Taylor L, Campbell B, Almada AL, Collins R, et al. ISSN exercise & sport nutrition review: research & recommendations. J Int Soc Sports Nutr. 2010;7:7.
Lowery LM, Devia L. Dietary protein safety and resistance exercise: what do we really know? J Int Soc Sports Nutr. 2009;6:3.
Oliveira PV, Baptista L, Moreira F, Lancha Junior AH. Correlação entre a suplementação de proteína e carboidrato e variáveis antropométricas e de força em indivíduos submetidos a um programa de treinamento com pesos. Rev Bras Med Esporte . 2006; 12(1):51-55.
Exercícios físicos podem prevenir a osteoporose?
Sim. Estudos observam que indivíduos fisicamente ativos têm maior massa óssea em relação aos sedentários, e que os exercícios podem prevenir a perda de massa óssea mesmo nas mulheres com osteoporose.A osteoporose é uma doença esquelética sistêmica, caracterizada por baixa massa óssea e deterioração da microarquitetura do tecido ósseo, com subsequente aumento na fragilidade esquelética e maior suscetibilidade a fraturas. São três os fatores que afetam a massa óssea: estrógeno, dieta e atividade física. A osteoporose tem sido reconhecida como o principal problema de saúde das mulheres no período pós-menopausa, o que a torna a doença crônica mais prevalente neste grupo etário.
A contração muscular e a ação da gravidade são as duas primeiras forças aplicadas no osso, ou seja, o exercício transmite carga ao esqueleto mediante o impacto direto. O efeito do exercício sobre o tecido ósseo é dependente da intensidade, tipo, frequência e duração da atividade física.
As atividades físicas, principalmente exercícios com ação da gravidade (como caminhar ou correr), podem melhorar o pico de massa óssea e, assim, reduzir a incidência de osteoporose. Além disso, um programa de exercícios físicos regulares aumenta a força muscular e o equilíbrio, além de melhorar a marcha, a coordenação e a mobilidade, reduzindo a probabilidade de quedas e fraturas ósseas.
Durante pesagem hidrostática de atletas de basquetebol de cadeira de rodas, foi evidenciado que os mesmos apresentavam osteoporose nos membros inferiores, o que confirma a hipótese de que a imobilidade ocasiona perda óssea.
Referência (s)
Lanzillotti HS, Lanzillotti RS, Trotte APR, Dias AS, Bornand B, Costa EAMM. Osteoporose em mulheres na pós-menopausa, cálcio dietético e outros fatores de risco. Rev Nutr.2003;16(2):181-93. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-52732003000200005&tlng=en&lng=en&nrm=iso. Acessado em: 05/07/2009.
Szejnfeld VL, Castro CHM. Osteoporose. In: Waitzberg DL. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 3.ed. São Paulo: Atheneu, 2006. P. 1271-80.
Ribeiro SML. Minha experiência com basquetebol em cadeira de rodas. In: Hirschbruch MD, Carvalho JR. Nutrição esportiva – uma visão prática. 2.ed. Barueri: Manole, 2008. P. 177-85.
Bankoff ADP, Zylberberg TP, Schiavon LM. A osteoporose nas mulheres pós-menopausa e a influência da atividade física: “uma análise de literatura”. Revista de educação física. 1998;9(1):93-101. Disponível em: http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/viewFile/3850/2644. Acessado em: 05/07/2009.
Aveiro MC, Navega MT, Granito RN, Rennó ACM, Oishi J. Efeitos de um programa de atividade física no equilíbrio e na força muscular do quadríceps em mulheres osteoporóticas visando uma melhoria na qualidade de vida. R Bras Ci e Mov.
2004;12(3):33-8. Disponível em: http://www.ucb.br/mestradoef/rbcm/12/12%20-%203/c_12_3_5.pdf. Acessado em: 05/07/2009.
terça-feira, 21 de junho de 2011
Arroz com Atum Light
Rendimento: 4 porções
Tempo de Preparo: 30 minutos
Ingredientes:
1 xícara (chá) de arroz branco cru
1 lata de atum light escorrido
2 colheres de maionese light
Sal a gosto
Modo de Preparo:
Cozinhe o arroz como de costume
Depois de cozido coloque o atum e a maionese
Mexa rapidamente
Sirva logo em seguida, ainda quente.
É importante atentar que o Atum é rico em ômega-3, ou seja possui propriedades importantes e essenciais ao corpo humano.
Tempo de Preparo: 30 minutos
Ingredientes:
1 xícara (chá) de arroz branco cru
1 lata de atum light escorrido
2 colheres de maionese light
Sal a gosto
Modo de Preparo:
Cozinhe o arroz como de costume
Depois de cozido coloque o atum e a maionese
Mexa rapidamente
Sirva logo em seguida, ainda quente.
É importante atentar que o Atum é rico em ômega-3, ou seja possui propriedades importantes e essenciais ao corpo humano.
Salada Cores de Maio
Rendimento: 2 Porções
Tempo de Preparação: 10 Minutos
Tempo Total: 10 Minutos
Preparação: Fácil
Ingredientes:
200 g de cenoura ralada
30 gde cebola fatiada
10 tomates cereja
100 g de peito de peru fatiado
2 fatias de queijo magro fatiado
Azeite
Tempo de Preparação: 10 Minutos
Tempo Total: 10 Minutos
Preparação: Fácil
Ingredientes:
200 g de cenoura ralada
30 gde cebola fatiada
10 tomates cereja
100 g de peito de peru fatiado
2 fatias de queijo magro fatiado
Azeite
Vinagre à gosto
Sal - à gosto (com moderação)
Preparação:
Junte as cenouras e a cebola num recipiente para saladas. Regue com o azeite e o vinagre e salpique com um pouco de sal. Divida o preparado por dois pratos e por cima disponha as fatias de peru grelhadas, os tomates cereja e o queijo.
Informação Nutricional:
Por Porção:
- 180 calorias
- 4 g de gordura
- 27 mg de colesterol
- 19 g de carboidratos
- 14 g de proteínas
- 6 g de fibras
Sal - à gosto (com moderação)
Preparação:
Junte as cenouras e a cebola num recipiente para saladas. Regue com o azeite e o vinagre e salpique com um pouco de sal. Divida o preparado por dois pratos e por cima disponha as fatias de peru grelhadas, os tomates cereja e o queijo.
Informação Nutricional:
Por Porção:
- 180 calorias
- 4 g de gordura
- 27 mg de colesterol
- 19 g de carboidratos
- 14 g de proteínas
- 6 g de fibras
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